quinta-feira, 11 de agosto de 2016

FOLCLORE DA ILHA - LAGUSTA LAGUÊ

FOLCLORE EM ARTE...

(CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR)

ARTES NO DIA DO FOLCLORE
















Imagens do Projeto Folclore (2010) no C.E.I. Viver e Aprender 

EXPOSIÇÃO FOLCLORE

PROJETO FOLCLORE


No mês de agosto, iniciaremos um novo projeto com o tema Folclore!
Sabe quem apresentará este tema? 
Pois é, o Chico Bento! (professora representando o personagem) Ele irá nos apresentar um grande amigo seu, o Saci, (boneco construído com material reciclado) que ficará pertinho de nós, todos os dias contando causos e coisas “do tempo da vovó...”. Do tempo da vovó não!!! Do tempo do papai e da mamãe... 
O Saci também irá a cada dia para a casa de uma criança, e fará suas famosas estripulias... No dia seguinte, trará para a escola algo da família visitada, lembranças de infância, recordações de momentos bem vividos... As crianças irão se encantar e se divertir com as histórias de seus pais!
O Saci poderá trazer coisas divertidas, maravilhosas e deliciosas: brigadeiro, bilboquê, passa-anel, balança-caixão, bolinho de chuva, bolo de fubá, cantigas de roda, bolo de chocolate, pião, e muito mais... 
Este envolvente projeto contará com as valiosas contribuições dos pais: quitutes, brinquedos, cantigas e brincadeiras... tudo isso passado de pai para filho... 
(Professora: Não esqueça de registrar os relatos das crianças sobre a visita do Saci às suas casas!)

Sugestões Dia dos Pais...


MÚSICA
PAPAI MEU AMIGÃO
(Melodia: ciranda cirandinha)

Papai meu amigão
Hoje eu vou comemorar
Vou te dar muitos beijinhos
E depois te abraçar

Com amor e com carinho
Do fundo do coração
Batam palmas pro papai
Que é meu grande campeão

MENSAGEM
Eu vi...
Papai, quando você pensava que eu não estava olhando...
Eu vi você pegar meu desenho e prendê-lo na geladeira e, imediatamente, tive vontade de lhe fazer outro. Eu vi você dar comida a um gato de rua e aprendi que devemos tratar bem os animais.
Eu vi você fazer meu suco favorito e aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais.
Eu percebi você me dando um beijo de boa noite e me senti amada e segura.
Eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e aprendi que temos que cuidar daquilo que gostamos.
Eu vi você cumprir com todas as suas responsabilidades e aprendi que tinha que ser responsável quando crescesse.
Eu vi você cuidando do vovô e aprendi que devemos tratar bem aqueles que nos cuidaram na infância.
Eu aprendi a maior parte das lições que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva, quando você pensava que eu não estava olhando.
Feliz dia dos pais!

REFLEXÃO
Pedidos de um filho

1.Pai, não me dê tudo que peço.Às vezes peço somente para obter, para compensar, para chamar sua atenção.
2.Não me dê ordens. Se ao invés de ordens me pedisse as coisas com firmeza e carinho eu as faria rapidamente e com muito mais alegria.
3.Não me faças promessas. Se me prometer, cumpra as boas e más promessas. Se me prometer um prêmio, dê-me, mas também me dê o castigo, se prometido.
4.Não me corrijas as faltas diante dos outros, ensina-me a ser melhor quando estivermos sozinhos e com seu exemplo.
5.Não me compare com ninguém, principalmente com meu irmão ou irmã. Se me fizer sentir pior que os outros eu sofrerei muito mais.
6.Não grite comigo.Respeito-o mais quando você fala comigo e não me força a gritar também.
7.Deixe-me andar com meus próprios pés,ter minhas próprias emoções. Se você fizer tudo por mim, eu jamais terei a alegria de poder aprender.
8.Quando estiver enganado em alguma coisa, admita-o, pois crescerá muito mais a minha estima por você, e isso me ensinará a reconhecer meus próprios erros.
9.Trata-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que trata seus amigos, assim aprenderei com você o valor do respeito e da amizade.
10.Quando eu estiver atravessando momentos difíceis, ajude-me.Tente me compreender. Demonstre o seu amor por mim. Gosto de sentir que sou amado. Preciso de segurança para crescer. Atenda meus pedidos, pois só assim serei capaz de ser feliz.

RECEITA DE PAI
Papai

RECEITA PARA TODOS

Vide Bula

PAI – UM SANTO REMÉDIO

APRESENTAÇÃO – PAI vem em embalagens de diversos tamanhos e pesos.

USO – Adulto e pediátrico

COMPOSIÇÃO

Cada 100 gr. De PAI possui em média:
*10gr. De carinho,
*10gr. De compreensão,
*10 gr. De sinceridade,
*10gr. De paciência,
*0,0003gr. De broncas e
*50 gr. De muito amor com firmeza...

PRAZO DE VALIDADE – PAI tem prazo de validade indeterminado.

INDICAÇÕES – Recomenda-se o uso de PAI caso sejam verificados sintomas como: mau humor, brigas com o(a) namorado(a) . Decisões importantes, dúvidas cruéis, falta de grana, carência afetiva, falta de carro, baixo astral.

CONTRA INDICAÇÕES – PAI não deve ser administrado em caso de notas baixas.

PRECAUÇÕES: Este produto pode causar dependência. Cuidados na interrupção no tratamento (principalmente nas férias). O uso prolongado de PAI, às vezes parece prejudicial, pode interromper bruscamente o tratamento, inclusive por motivo de viagem. Os primeiros dias de ausência do PAI parecem maravilhosos, mas crises agudas são freqüentemente detectadas. Volte logo ao uso.

POSOLOGIA:

CRIANÇAS E ADOLESCENTES – use e abuse de PAI, quanto mais usar, melhor.
ADULTOS – “Não fique acanhado”, não é vergonha nenhuma usar o PAI depois de crescido. E lembre-se ”PAI é como pijama. Quanto mais velhinho, mais macio fica.”

ESTE MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO AO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Siga corretamente o modo de usar.Se não desaparecerem os sintomas, procure orientação de MÃE.
(Autor desconhecido)

POEMA

Para o meu papai amado

Um presente fui comprar.

Mas, na loja não havia

O amor que quero dar!

- Escute Papai do Céu

Um pedido que lhe fiz:

Ao meu papai dê saúde

E uma vida feliz!"

Neste dia, papai

Eu quero, de coração,

Dar-lhe um beijo e um abraço

Em sinal de gratidão.

Neste domingo de agosto,

Com todo afeto e carinho,

Quero abraçar, com amor,

Meu querido Papaizinho.

Ao Papai de coração

Eu desejo, neste dia

Muitos anos de existência

Saúde, paz e alegria!

ARTE PARA OS PAIS BY SHEILA ROCHA

CHAVEIROS
AVISO DE PORTA
PORTA ANOTAÇÕES

Reflexão: Agosto, mês dos pais...

Certas convenções parecem estar tão enraizadas em nosso modo de ver a vida e de viver, que ficam inquestionáveis. Com a comemoração do Dia dos Pais não é diferente. Em todos os lugares onde presto algum tipo de colaboração, e também nas escolas, tornou-se uma espécie de obrigação criar algo especial para ser apresentado aos pais, e as crianças devem forçosamente confeccionar alguma lembrança para lhes dar de presente. 

Sinceramente, isto tudo me parece muito mais uma satisfação das educadoras, para a coordenação das escolas e para as famílias das crianças, que uma atividade que reflete a realidade dos sentimentos de todos os envolvidos. Não estamos aqui defendendo nenhuma idéia do tipo "deviam parar com isto", "é só uma data comercial". Afinal de contas, existem muitos e muitos pais que realmente merecem e ficam sensibilizados pelas lembranças e homenagens que recebem. 


Só que, este ano, descobri que não concordo com o modo como lidamos com estas datas. E fico pensando nas crianças: será que elas concordam? Será que elas realmente estão contentes com os pais que têm? Será que elas realmente diriam as palavras que são colocadas em sua boca para recitarem, se tivessem escolha? 


Não vejo sentido em trabalhar datas comemorativas como esta, em sala, se não conhecemos a realidade dos alunos, se eles não têm chance de refletir e de perceber como realmente se sentem enquanto filhos. Onde está seu pai? Ele mora com você? Quando foi que o viu pela última vez? Do que vocês falam? Onde vão juntos? Costumam brincar? De quê?... 


Uma amiga minha contava, na segunda-feira, que os seus dois filhos mais novos passaram o domingo em prantos, porque tiveram a tradicional comemoração e presentes da escola para os pais, as tais mensagens e poesias de comportamento paterno idealizado, mas o seu próprio pai além de não morar com elas, nunca as visita e, quando telefona, nem pergunta como estão passando. Para muitos adultos, também não deixa de ser um dia difícil. 


E minha pergunta é: será nosso papel de educador acrescentar a estes alunos mais uma frustração, mais uma dor íntima, mais sentimento de rejeição do que elas já possuem? Ou será que somos tão superficiais em relação a este assunto porque temos medo de ver a realidade como é e de não sabermos o que fazer com ela? 


Por que não aproveitamos que todos estão falando disso para procurar entender a relação com esta criatura que chamamos de pai? Por que não aproveitamos para enxergar o ser humano que ele é, em vez de recitar poesias sobre o que ele nunca foi e, talvez, nunca venha a ser? Por que não verificamos as nossas expectativas em relação ao nosso pai, para ver se elas são reais ou fantasiosas, se elas nos fazem bem ou nos fazem sofrer, se elas nos fazem caminhar ou parar num ciclo de auto-piedade, em que culpamos os outros pelo modo como nos sentimos desprestigiados, negligenciados e rejeitados?... 


Nós precisamos compreender a paternidade além das convenções. Quem sabe, depois de algum tempo, nós realmente tenhamos, como produto da verdadeira reflexão de cada um e do aumento da percepção de si mesmo, poesias e mensagens que expressam, de verdade, nossos melhores sentimentos por nossos pais. 


Quem sabe possamos aprender a aceitar nossos pais como são, descobrindo as suas virtudes, estabelecendo um relacionamento pai/filho onde a sinceridade seja base do afeto e do respeito, no lugar da tentativa de resolver projeções e frustrações de um em relação ao outro.               (Rita Foelker)

domingo, 3 de julho de 2016

O que fazer com as crianças nas férias?


Férias escolares sempre trazem dúvidas aos pais. Ao contrário do que acontece durante o período de aulas, agora, o filho passará a ter quase todo o tempo livre. 
Qual é a melhor opção para ocupar as crianças? Colocá-lo em cursos e atividades físicas ou reservar um tempo para ele descansar? 
E o "problema" se agrava ainda mais se você não consegue tirar férias do trabalho na mesma época. Muitos pais recorrem à tradicional colônia de férias. Outros optam por deixá-los em casa com uma empregada ou babá, mandá-los para casa de parentes, vizinhos e coleguinhas ou matriculá-los em cursos de férias que desenvolvam o potencial artístico. 
Há também os quem dão uma fugidinha do trabalho e levam o pimpolho para os diferentes programas que estão acontecendo na cidade. Uma coisa é certa: é preciso muita criatividade para distrai-los. 
As vontades e opiniões dos filhos devem sim ser levados em conta, mas não devem predominar sempre. "Deve haver concessões de acordo com as limitações de cada idade. Uma criança de cinco anos pode decidir que roupa vai vestir, mas não para onde vai durante as férias". 
O ideal é que os pais vejam o comportamento do filho. Não adianta querer colocá-lo numa aula de teatro, por exemplo, se ele morre de vergonha de tudo e de todos. Essas decisões têm que ser tomadas junto com a criança. 
Atividades esportivas também são uma boa opção para as férias. Além de ocupar o tempo dos filhos, os exercícios cansam e pedem descanso depois!

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